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Presidente do consulado do Boca no Rio adota Vasco como time no Brasil

O argentino Brian Muhs mora no Brasil há seis anos e fundou o consulado do Boca Juniors no Rio de Janeiro. Na convivência com o país, se encantou pelo Vasco e adotou o Cruzmaltino como seu clube em território brasileiro. Nesta terça-feira, ele verá os dois times se enfrentarem na Bombonera pela semifinal da Sul-Americana.

Brian Muhs tem uma situação no mínimo curiosa. Fundador e presidente do consulado do Boca Juniors no Rio de Janeiro, o argentino radicado no Brasil há seis anos acabou se rendendo ao Vasco da Gama. O Cruzmaltino conquistou mais um coração portenho, e dessa vez o de alguém que representa oficialmente o clube rival na cidade.

A vivência carioca foi determinante para essa conversão afetiva. Muhs deixou claro que o Vasco entrou na sua vida de forma natural, ao longo dos anos de convivência com a torcida e a cultura do clube. Ser presidente do consulado boquense não foi obstáculo para que o Gigante da Colina ocupasse um espaço especial na sua torcida dentro do Brasil.

Nesta terça-feira, às 21h30, Muhs viverá uma noite diferente das demais. Os dois clubes do seu coração se enfrentam na Bombonera pelo jogo de ida das semifinais da Copa Sul-Americana de 2026. De um lado, o Boca Juniors, clube que representa institucionalmente. Do outro, o Vasco, time que escolheu para torcer em solo brasileiro.

O episódio ilustra bem o magnetismo que o Vasco exerce, inclusive entre quem chega ao Brasil sem qualquer ligação prévia com o clube. Enquanto a delegação cruzmaltina já está em Buenos Aires e os vascaínos enchem as ruas da capital argentina, mais um torcedor torce pelo Cruz-Maltino, ainda que dividido entre duas camisas.

Matéria escrita com apoio de inteligência artificial a partir da fonte citada. Como produzimosEncontrou um erro?