O Vasco da Gama precisou de um socorro do poste para sair ileso de uma das jogadas mais perigosas da partida contra o Santa Fe, em Bogotá, pela Copa Sul-Americana. Em lance de enorme perigo, o time colombiano acertou a trave do gol vascaíno e desperdiçou o que seria um gol praticamente feito. O coração da Nação parou por alguns segundos.
A altitude de Bogotá já é, por si só, um fator complicador para qualquer equipe visitante. O Santa Fe, jogando em casa e com a torcida empurrando, criou pressão suficiente para deixar o Vasco em situação delicada. A trave impediu o que poderia ser um momento decisivo e negativo para os planos vascaínos na competição continental.
O Cruz-Maltino precisou de concentração máxima para segurar os avanços do adversário e evitar que o susto se transformasse em gol. A solidez defensiva, apesar dos momentos de perigo, foi fundamental para que o time conseguisse se manter vivo no confronto e manter suas chances na Sul-Americana.
A partida segue sendo uma prova de caráter para o elenco comandado pelo técnico vascaíno. Jogar fora de casa, em condições adversas, e resistir à pressão do adversário é parte do que se exige de um clube com a história e a grandeza do Vasco da Gama. A trave salvou, mas a equipe precisa fazer sua parte para garantir um resultado positivo.
